domingo, julho 29, 2007

Dilma atribui caos aéreo à crise da Varig

Do Tribuna da imprensa:

NATAL - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, saiu ontem em defesa do governo federal no tratamento dado à crise aérea e afirmou que a situação vivida hoje no País é resultado de problemas que se arrastam há 20 anos, entre eles a crise da Varig.
Questionada sobre o fato de o governo ter levado dez meses para tomar medidas concretas para conter a crise, Dilma disse que os problemas na companhia aérea remontam aos anos 90 e só tiveram um desfecho em 2005, provocando uma mudança profunda no modelo da aviação comercial brasileira.
"Nós herdamos uma situação extremamente difícil. Houve uma redução significativa dos vôos da Varig e um aumento dos vôos das outras duas empresas, já em outro modelo, um modelo extremamente comercial e de baixo custo", afirmou a ministra, em uma referência à Gol e à TAM, que hoje controlam a maior parte do mercado brasileiro de aviação civil.
"É um modelo que não implicou no aumento do número de aviões, apesar de ter havido um aumento no número de demanda." Dilma disse que o setor atravessa um período de "transição" e apontou que a questão da crise aérea não pode ser encarada de forma "trivial".
Ainda assim, ela pediu que sejam aguardados os resultados da análise da caixa-preta do Airbus da TAM para que sejam feitas avaliações sobre o acidente ocorrido na semana passada em São Paulo. A ministra evitou se aprofundar na questão, sob o argumento de que cabe agora ao novo ministro da Defesa, Nelson Jobim, liderar esse processo. "Acredito que o ministro Jobim tem todas as condições - até porque há hoje uma estabilização desse quadro, no que se refere à saída da Varig - no sentido de melhorar essa situação."

Pulverização das ações da Infraero deve render R$ 3 bi

Do Tribuna da imprensa on line
BRASÍLIA - O governo planeja arrecadar R$ 3 bilhões com a venda de 49% das ações da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), quando o capital da estatal for vendida em bolsas de valores. Este é o valor com o qual trabalha a equipe econômica, e foi comunicado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Antes que a Infraero seja transformada numa sociedade anônima, no entanto, a administração federal terá de enviar ao Congresso um projeto de lei destinado a abrir o capital ao setor privado.
De acordo com um auxiliar do presidente Lula, a nova Infraero funcionará nos moldes do Banco do Brasil (BB) e Petrobras, controladas pelo Poder Executivo, mas com ações vendidas para grandes e, principalmente, pequenos poupadores.
Se prevê, no Executivo, que os papéis da Infraero serão muito valorizados no mercado, visto que se trata de um monopólio que administra os aeroportos e shoppings montados neles, além de receber uma taxa de todos os passageiros que viajam para qualquer destino do Brasil e do mundo.
A pulverização das ações da Infraero nas bolsas de valores é a alternativa que o Palácio do Planalto tem para buscar mais recursos para investimentos no setor aéreo. Assim como acontece com o BB e a Petrobras, o Planalto manterá o controle da empresa.
Hoje, 90% do capital da Infraero pertencem ao governo e 10% ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ainda de acordo com o assessor de Lula, o projeto de lei que será enviado ao Legislativo para autorizar a venda das ações da estatal deverá ficar pronto em até seis meses.
O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, informou ontem que a Presidência da República buscará no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) mais R$ 2 bilhões para investir no setor aéreo. O PAC previa R$ 3 bilhões até 2010. Com os novos recursos do PAC e os R$ 3 bilhões da Infraero, a Presidência espera contar com R$ 8 bilhões para aplicar na ampliação e melhoria dos aeroportos até o fim do mandato de Lula.

César Maia é vaiado na festa de encerramento do PAN

Desta vez foi César Maia o vaiado e Lula o aplaudido.Como não concordo com o conceito de "vaia pedagógica" elaborado pelo prefeito César Maia,defino estas vaias como educativas,uma vez que não resultaram de um condicionamento partidário,mas da reflexão crítica e autônoma do público presente:

http://br.youtube.com/watch?v=GlQkKsSwAwY&mode=related&search=

Avaliação discente avança no conselho de centro

Após muita luta e labuta deste representante,finalmente a avaliação discente está próxima de ser efetivada nos cursos do nosso centro.Na última reunião,consegui colocar na pauta a discussão sobre a avaliação discente para promoção a professor associado.

Quando de sua aprovação,consegui aprovar que um dos fatores que contariam pontuação para essa promoção docente seria uma boa avaliação discente.Esta foi a forma encontrada para institucionalizá-la,elaborando uma forma de dificultar a promoção de professores mal avaliados e,principalmente,valorizar o bom professor.

Na reunião,apresentei uma proposta de avaliação construída a partir de uma síntese crítica das avaliações elaboradas pelos estudantes de economia e direito associadas aos meus acrescimos .A partir dela,os diretores de departamento apresentarão suas propostas em reunião próxima que devem resultar numa síntese final.

Cabe-nos agora continuar pressionando e trabalhando para que a avaliação discente efetivamente se materialize.Esta é a responsabilidade dos representantes discentes nas congragações de curso e conselhos de centro.

Um grande abraço a todos!

Sucesso não esconde problemas

Do Tribuna da imprensa


O tom finalmente realista do discurso do presidente da Organização Desportiva Pan-Americana (Odepa), o mexicano Mario Vázquez Raña, demonstrou que, entre erros e acertos, a pretensão brasileira de sediar uma Olimpíada ainda precisa ser muito bem trabalhada. Para Raña, o Pan do Rio foi o melhor da história, repetindo a fala que marcou toda sua permanência na cidade.

Mas, no penúltimo dia de competição, o dirigente demonstrou que é, acima de tudo, um empresário (domina uma fatia das comunicações em seu país) e, como tal, o que vale é o saldo calculado na ponta do lápis. Primeiro, os elogios. A cidade abraçou a competição, como espera um evento desse porte, participando ativamente das provas disputadas por brasileiros.

O apregoado caos no trânsito não aconteceu, embora funcionasse razoavelmente o esquema de via exclusiva, em ruas e avenidas, para os participantes do Pan. Também o sistema de transporte específico para delegações e imprensa, item obrigatório, teve um bom rendimento. O Pan provocou ainda um impacto econômico favorável para a cidade - segundo dados do Sindicato de Bares, Hotéis e Restaurantes, o setor teve um aumento de 30% no faturamento em relação ao mesmo período no ano passado. A hotelaria, por exemplo, deverá arrecadar R$ 20 milhões a mais, apesar do caos aéreo.

Finalmente, as estruturas construídas especialmente para o Pan, responsáveis por boa parte dos R$ 3,7 bilhões investidos no evento. O Estádio João Havelange, o Complexo Maria Lenk, o Velódromo e a Arena, além da reforma do Maracanãzinho, provocaram boas impressões em dirigentes, atletas e imprensa estrangeira, pela beleza e funcionalidade.

Mas são essas mesmas estruturas o calcanhar de Aquiles do Pan carioca. Dias antes da abertura da competição, uma tempestade revelou buracos inesperados no Velódromo. Sem cobertura, o complexo Maria Lenk ofereceu riscos para nadadores em caso de chuva, o que alteraria a temperatura da água e provocaria ondas nada bem-vindas. Nada comparado, porém, à Cidade do Rock, onde foram disputadas, a duras penas, as competições de beisebol e softbol.

A iluminação mal instalada (muito baixa para a disputa masculina) obrigou uma mudança na tabela, obrigando as seleções a jogarem mais cedo. O placar eletrônico demorou a funcionar e o público sofreu ainda com a falta de uma tela protetora contra as bolas. Ventos fortes pioraram a situação, arrancando parte da proteção das arquibancadas, os mesmos ventos que destruíram, dias depois, tendas improvisadas para o ambulatório e para o acesso dos torcedores.

A cereja que azedou o bolo foram as chuvas que atrasaram em dois dias o início do softbol. Água que impediu a disputa da final, proclamando um campeão por mérito (EUA) e dois ganhadores da prata (Canadá e Venezuela). Idêntico vexame marcou o final do beisebol, em que os mexicanos não esperaram para receber a medalha de bronze.

O público sofreu ainda com a alimentação - a rede de lanchonetes Bob's foi, por contrato, a fornecedora exclusiva mas os torcedores reclamaram tanto da falta de variedade no cardápio como da emissão de cupom fiscal. Representantes da rede alegaram que tiveram dificuldade de acesso aos locais de disputa, o que permitiria executar um plano devidamente traçado. E, sobre as notas, o Bob's teria pago antecipadamente à Secretaria estadual de Fazenda o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), com base na estimativa de vendas durante toda a competição.

Também a venda de ingressos foi problemática. Diversos bilhetes não tinham marcação de assento, ferindo o Estatuto do Torcedor. Cambistas vendiam também ingressos falsificados e as filas nas bilheterias fizeram com que muitos torcedores, no Maracanã e no João Havelange, por exemplo, só entrassem no segundo tempo. Finalmente, para conseguir seu dinheiro de volta, o público enfrentava uma burocracia imperdoável, que exigia no mínimo três horas de espera. Pequenos detalhes que podem arranhar a pretensão do Rio em sediar a Olimpíada de 2016.

sábado, julho 28, 2007

Parceria entre FACC e COPPEAD

Uma das dicussões mais interessantes da última reunião do conselho foi motivada pela solicitação de professores apresentada pela FACC.Pelo reune,na figura de professor equivalente,cada IFES e,dentro dela, cada departamento,poderá solicitá-los em função de sua oferta de vagas.Quanto mais vagas oferecer,mais professores terá direito.

Apesar de não ter sido a faculdade que mais apresentou proposta de aumento de vagas,a FACC solicitou quantidade superior a que teria direito toda a UFRJ,de modo que terá de rever seu pedido.Este fato motivou minha intervenção.

Observando que alguns docentes solicitados poderiam ser obtidos através de parcerias com o COPPEAD,levantei a discussão,provocando questionamentos a respeito da parceria do COPPEAD com o instituto de matemática da UFRJ,da falta de proximidade institucional entre a FACC e o COPPEAD,no contexto do REUNE que coloca como uma de suas metas a aproximação entre graduação e pós-graduação.

Embora a discussão não tenha resultado em nenhuma ação concreta,fica a expectativa para que os esforços necessários para viabilizar uma parceria entre essas instituições seja efetivado,lembrando que o COPPEAD,com sua característica endêmica de produção científica e sua qualidade reconhecida internacionalmente,está preparado para ajudar a tornar a FACC a instituição formadora de lideranças administrativas capazes de conduzir nossas empresas à eficácia estratégico-operacional e nosso páis ao desenvolvimento econômico.

Esta é a vocação teleológica de ambas as instituições.

COPPEAD ABRE INSCRIÇÕES PARA O MESTRADO/2008

No período de 29 de julho a 5 de outubro estão abertas as inscrições para o concurso de admissão ao Mestrado/2008 do Centro de Estudos em Logística do instituto de pós-graduação e pesquisa em Administração da UFRJ – COPPEAD.

O programa está aberto a portadores de títulos de nível superior com, no mínimo, quatro anos de duração. São levadas em conta a potencialidade e a motivação para os estudos avançados em Administração e a dedicação integral do aluno ao curso.

O edital é oferecido a candidatos residentes ou não no Brasil, sendo que este último tem direito à bolsa de estudos, desde que seja aprovado em certas exigências.
Clique aqui (
http://joomla.coppead.ufrj.br/port/index.php?option=com_content&task=view&id=65&Itemid=225#dp) para outras informações ou ligue para (21) 2598-9898, e-mail: atendimento@coppead.ufrj

sábado, julho 21, 2007

Comentários

Enquanto no departamento de administração da FACC, convidam-se professores para ministrar aulas em novas turmas para uma disciplina de 2 créditos em que temos 2 professores escalados(Ana Carolina e Luis Eduardo Potsch de Carvalho),ambos de excelente qualidade,sendo capazes de manter uma relação de aproximadamente 40 estudantes inscritos por docente;a graduação em administração da FACC continua com uma grade mal distribuída,com muitas matérias pendentes desnecessárias,ineficiente, e o que é pior,com muitas turmas com mais de 70 estudantes inscritos.

Curiosamente,um dos dois professores acima lidera uma campanha contra a Clotilde,diretora do departamento,por considerá-la,além de tudo, herdeira política de seu marido,o Meira,ex-professor da SUESC(a faculdade "Siri Cuzido")e tido por ele como responsável pela contratação de diversos professores daquela organização para a FACC sem concurso público!

Potsch,é ex-professor visitante de estratégia empresarial,mercado de trabalho e capacitação profissional, no mestrado e doutorado da COPPE/UFRJ,e ex-presidente da associação de pós-graduação da EAESP/FGV,onde liderou a organização do centro de estudos avançados em administração e estratégia(CEADE)integrado por diversos mestrandos e doutorandos com larga experiência em cargos de linha de grandes empresas,interessados na realização de estudos e pesquisas avançadas sobre a dinâmica estratégico-organizacional de grandes empresas.

Foi também analista de marketing na Rede Globo de televisão,diretor de marketing da rede Tupi e da Coca-Cola, gerente de propaganda da Phillips do Brasil,superintendente de operações da ABA(associação brasileira de anunciantes),e consultor empresarial da Arthur D.Little,CESAT e PLANUS.Atuou ainda como pesquisador e consultor do centro de pesquisas em seguros do COPPEAD/UFRJ e da OIT(organização internacional do trabalho).

Esse docente, formou-se,fez mestrado e doutorado na FGV.No doutoramento,orientado por Bresser Pereira,fez o prognóstico de que o então incipiente Partido dos Trabalhadores criado por Lula,representava a única classe capaz de promover o nosso desenvolvimento econômico capitalista .Foi ainda premiado por sua monografia "A universidade do terceiro milênio:desafios,missão histórica e novos paradigmas numa perspectiva planetária",onde defendeu propostas que o programa Universidade Nova somente agora esboça implementar.

Atualmente preside o LABEDUCEMP(laboratório de educação estratégica empresarial) e é professor da FACC/UFRJ.Coloco tudo isso para que possamos questionar as motivações desta indicação.Seriam mesmo turmas lotadas para a disciplina ou incompetência docente?

Vejamos:com dois professores,teríamos agora 82 estudantes inscritos,distribuídos nas duas disciplinas.Se os dividíssemos por dois(repetindo o que foi feito em 2005/2 na disciplina Teoria das organizações,oferecida pelo professor Zeca Carvalho e pela excelente substituta Alessandra,em que apenas eu e mais dois alunos estávamos inscritos inicialmente),teríamos 41 para cada professor. Isto é bem menos do que estratégia de empresas multinacionais onde temos 71 alunos inscritos ,Fundamentos de Recursos Humanos com 74,Fundamentos de logística com 63,gerência tributária com 73,Psicologia das organizações com 89,ou mesmo Processo decisório onde as 80 vagas disponíveis já estão ocupadas.

Além disso,se pensarmos em algumas disciplinas não oferecidas pelo nosso curso e que poderiam sê-lo como Antropologia e responsabilidade Social,de modo a torná-lo ainda melhor e que poderiam ser viabilizadas através destes professores convidados ou mesmo por meio de parceiras com professores do COPPEAD,o que o instituto de Matemática da UFRJ já faz;fica ainda mais evidente o interesse que motiva este convite.

Zeca carvalho anuncia nova turma de administração estratégica

Amigos,

Por favor repassem esta mensagem aos nossos alunos! Consegui a abertura de mais uma turma de Administração Estratégica. Vejam abaixo...
É importante que esta notícia chegue aos alunos do 4°, 5° e 6° períodos (especialmente) antes do término das inscrições, OK? (digam a eles que se alguém quiser adiantar a matéria pode ser uma boa, porque provavelmente em 2008 teremos uma única turma)

ACA326 - ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA (TURMA C)QUINTA-FEIRA N3/N4 (entre 20:20h e 22:00h)SALA 230 (antiga 215)40 VAGAS PARA NOSSOS ALUNOS

Professora (convidada) da disciplina: Rosario Victoria Jara Rojas.Nome do professor no SIGA: José Luis Felicio Carvalho

Beijos e obrigado,
Z.

domingo, julho 15, 2007

Vaias no PAN denunciam a atual conjuntura político-partidária nacional

As vaias recebidas pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva não são simples manifestações de protesto em relação à classe política brasileira e os sucessivos escândalos de corrupção descortinados pela Polícia Federal do governo Lula.

Por outra, denunciam a distribuição político-partidária hodiurna.Vejamos os fatos que fundamentam esta conclusão:

1.No caminho para o Maracanã,a comitiva presidencial recebeu protestos de grupos esquerdistas extremistas que acreditam que o PAN serve apenas para alienar a população.Não reconhecem seu papel enquanto reforço da integração entre os povos,da identidade nacional ou mesmo sua contribuição à promoção da saudável e necessária prática esportiva.Acham que é apenas um "instrumento de dominação imperialista e neoliberal".Estes são os mesmos que criticam,à esquerda,O PAC,o PDE e todas políticas públicas do governo do sindicalista.Formam grande parte dos eleitores da professora universitária Heloísa Helena.

2.No estádio,a aristocracia carioca,aquela mesma que se sente proprietária de nossas belezas urbanas e naturais,do Cristo redentor e de nossas praias,que não trabalha e passa o dia em busca do prazer imediato(inclusive em muitos casos usam as drogas para atingí-lo,financiando o tráfico e a miséria),sendo responsável pela fama de preguiçoso,privilegiante e vagabundo pela qual o carioca é estigmatizado nacionalmente;vaiou o presidente,comandados pelo seu representante político : César Maia.Estes formam parte da aristocracia que apoiou o candidato Alckmin nas últimas eleições,aliados aos nossos empreendedores privados entreguistas e colonizados.Estes vídeos postados no You tube,reforçam meus argumentos:

http://br.youtube.com/watch?v=Q4mSyzcF200

http://br.youtube.com/watch?v=Q4mSyzcF200

3.Fica para Lula o apoio do povo.Nossa gente humilde que,nas fofocas daquela aristocracia,é referido como os "bolsa-famílias",numa ridícula e ideológica suspeição de compra de votos, que ignora os verdadeiros corruptores de nossa nação.Esquecem-se,ainda, de incluir em seus estigmas a alcunha de beneficiário das cotas,do prouni,das obras de infra-estrutura social e dos programas de apoio à juventude e o esporte,assim como poderiam fazer com relação as demais polítcas públicas do governo federal destinadas às pessoas de baixa renda.

Nossos pobres o apoiam,o defendem,mas não estão sós.Estão associados à parte de nossos empreendedores(principalmente os nacionais-desenvolvimentistas,que almejam o fortalecimento do mercado interno e da soberania nacional,e são representados no governo lula pelo vice José alencar ) e também à parte expressiva de nossa classe média ,o fator de desequilíbrio nessa disputa.

Cabe à classe média nacional,a definição desse conflito.Que projeto político nacional vencerá essa disputa?O projeto político do esquerdismo,do "quanto pior,melhor" e da demogagia neocaudilha Chavista?o projeto de nossa aristocracia,ou seja,àquela do : "aos amigos tudo,aos inimigos a lei",representada pelos interesses da Globo e do Arthur Virgílio?ou o dos nossos nacionais-desenvolvimentistas,liderados pelos trabalhadores e encerrados no paradigma do "crescimento com inclusão social"?

Esperamos que a última opção continue sendo a vitoriosa!

segunda-feira, julho 09, 2007

50º Congresso: estudantes elegem a gaúcha Lúcia Stumpf nova presidente da UNE

Depois de quatro dias de atividades, o 50º Congresso chega ao fim com ampla participação de todas as forças políticas do movimento estudantil que elegeram uma mulher para a presidência da entidade após 15 anos

No congresso que celebrou os 70 anos da UNE, os estudantes brasileiros elegeram, após 15 anos, uma mulher para ser a nova presidente da entidade. Quem assume o cargo no lugar de Gustavo Petta é a gaúcha Lúcia Stumpf, 25 anos.

Aluna do 7º período do curso de jornalismo da FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas - SP), Lúcia é natural de Porto Alegre e será a quarta mulher a dirigir a UNE. A última a ocupar o cargo, Patrícia de Angeles, se elegeu em 1991.

A plenária final do 50º Congresso foi realizada no ginásio Nilson Nelson, em Brasília, com a presença de mais de 8 mil estudantes de todos os estados do país, entre observadores e delegados (estudantes com direito a voto na eleição), representando 1.880 universidades de todo o país.

Do total de votos válidos (2.526), a chapa 11 - “1º de fevereiro”, que tinha Lúcia como candidata, conquistou mais de 65%, contabilizando o apoio de 1.802 estudantes. O nome é uma referência ao mês e dia em que os estudantes retomaram, em 2007, o terreno da sede da UNE a Praia do Flamengo, 132, no Rio de Janeiro.

Disputavam outras 10 chapas inscritas, mas que não apresentaram candidato para a presidência. A chapa 10 teve totalizou 279 votos. A chapa 7 conseguiu 232 votos. Já a chapa 9 saiu com 92 votos e a chapa 8 somou 73. As outras chapas juntas fizeram 14 votos. Foram registradosd 33 inválidos.

Perfil

Lúcia começou a cursar jornalismo em 1999 na PUC-RS, em Porto Alegre. Foi lá que ela se aproximou do movimento estudantil universitário e, em 2001, assumiu o cargo de Vice-presidente regional da UNE no Rio Grande do Sul. Em 2003, deixou a cidade natal e foi morar em São Paulo, quando assumiu a diretora de comunicação da entidade. Em 2005, foi escolhida para ser diretora de relações internacionais.

A estudante se destacou durante todo este período por uma atuação respeitada dentro da Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), organização que reúne mais de 300 entidades.
Emocionada e se dizendo muito feliz com o resultado da eleição, ela destacou a importância que este encontro teve no fortalecimento da entidade. “A UNE ganhou a consolidação de um Congresso amplo, com a implantação da eleição direta de delegados nas universidades e a participação de todos os campos políticos, colocando em debate a diversidade de opiniões da juventude brasileira. Foi um Congresso de unidade, com a defesa das lutas e reivindicações dos estudantes para o próximo período”, disse.

A gestão da nova presidente já terá em agosto uma série de protestos, passeatas e manifestações. A jornada de lutas, aprovada no Congresso, vai comemorar os 70 anos da UNE (que serão completados no dia 11 de agosto) e exigir a criação de um Plano Nacional de Assistência Estudantil. “A prioridade da UNE é lutar pela melhoria das universidades públicas no país, pela regulamentação do ensino privado e pela garantia de políticas que garantam a permanência dos estudos do estudante de baixa renda”, disse.

CongressoO 50º Congresso alterou a rotina da Universidade de Brasília (UnB). Durante quatro dias foram realizados 12 debates, 18 grupos de discussão e 2 seminários. Na quarta-feira uma sessão solene do Senado Federal homenageou os 70 anos da UNE. Na quinta, a mesa de abertura reuniu lideranças dos movimentos sociais que reafirmaram a unidade com a luta dos estudantes.

Na sexta, uma passeata pela Esplanada dos Ministérios terminou com um ato em frente ao Banco Central onde cerca de 8 mil pessoas cobraram mudnças na políticas econômica e pediram a imediata demissão do presidente da instituição, Henrique Meireles.

As atividades serviram de base para os estudantes elaborarem as propostas construídas e aprovadas pelo conjunto dos participantes. São documentos respaldados pelos delegados e observadores do Congresso, que vão nortear as ações da UNE para os próximos dois anos nas áreas de educação; movimento estudantil; meio ambiente; políticas públicas para a juventude; GLBTT; saúde; reforma política; inclusão digital; direitos humanos e comunicação; além de discutir a conjuntura nacional e internacional.A Vice-presidente, Louise Caroline, afirma que a entidade vive um maior grau de unidade. "Nos outros 49 Congressos, nunca foi possível unificar tanta gente e tantos campos políticos na defesa da UNE, da universidade pública e da soberania nacional", disse. “Nós que fizemos esta gestão estamos felizes por saber que o próximo pessoal terá condições de conquistar ainda mais vitórias e consolidar o movimento estudantil na sua base, avançando cada vez mais na luta pela pátria democrática e socialista e por uma educação libertadora que a UNE sempre defendeu”, completa.

Para o Secretário-geral, Pedro Campos, o 50º Congresso traz como diferencial a qualificação do debate político e da participação. “O novo processo de eleição dos delegados permitiu que as principais lideranças do movimento estudantil pudessem chegar ao Congresso com mais propriedade. Desta forma, transformaram as Plenárias e grupos de discussão em momentos muito mais ricos de debates e construção política. Nesse sentido, a UNE sai do Congresso com uma capacidade de formação das suas ações e realizações muito mais profunda”, avalia.

O atual presidente, Gustavo Petta, também fez um balanço positivo do Congresso e disse que a eleição de Lúcia mostra que os estudantes aprovam a política da UNE, que nos últimos anos se firmou com uma das principais entidades do movimento social brasileiro. “Junto com MST e a CUT, a UNE reafirmou suas reivindicações junto ao conjunto dos movimentos sociais.

Participamos da luta contra a corrupção, diversificamos nossa atuação e não restringimos nossas ações às bandeiras mais tradicionais, como educação e política”, enumera.

Eleições da UNE

preliminares

A União Nacional dos Estudantes (UNE) elege neste domingo sua nova direção numa encruzilhada: exerce influência no governo, como poucos momentos dos seus 70 anos de história, e assiste a uma sensível fragmentação do movimento estudantil na disputa pelo que resta de mobilizável numa juventude mais preocupada com o mercado de trabalho e a escalada da violência.

A entidade reivindica como pauta compartilhada com o governo a expansão de vagas nas universidades federais, o Prouni, a criação de uma rubrica específica no Orçamento das universidades e a limitação de 30% de participação do capital estrangeiro no ensino superior privado. Essa aproximação também se traduz pelo aumento dos repasses federais. Desde 2003, segundo dados do Siafi obtidos pela ONG Contas Abertas, saíram dos cofres da União para a UNE R$ 5,3 milhões. Nos oito anos do governo Fernando Henrique Cardoso, a cifra foi de R$ 1,1 milhão.
À esta força, contrapõe-se a distância da UNE das iniciativas mais visíveis do movimento estudantil - a ocupação de reitorias de universidades federais e da maior instituição de ensino superior do país, a Universidade de São Paulo (USP). Nesta última, onde a ocupação da reitoria durou 50 dias, a maior parte dos alunos acatou um documento em que ficou registrado que a UNE não os representava. Na Universidade Federal de Alagoas, o presidente da entidade, Gustavo Petta, chegou a ser expulso de uma reunião.

Petta rebate as acusações de adesismo e minimiza as considerações sobre a fragmentação do movimento estudantil. "A UNE sempre teve apoio governamental. A diferença agora é que há diálogo. Fernando Henrique nunca nos recebeu. Paulo Renato (ex-ministro da Educação no governo FHC) só nos recebeu uma única vez, em 2001, para negociar o fim da uma greve", diz. Da pauta compartilhada, reclama da proliferação desenfreada das instituições privadas de ensino superior.

O presidente da entidade diz que mais significativa que a fragmentação do movimento é a própria desmobilização dos estudantes. Enquanto gays e evangélicos movem multidões, o máximo que a UNE consegue mobilizar, e ainda assim, reunida a outros movimentos sociais, como o MST e sindicatos, é um público de 20 mil pessoas.

Petta explica essa dificuldade pela mudança no perfil do estudante brasileiro, hoje pouco afeito a causas coletivas. Um levantamento do Ibase e do Instituto Pólis, realizado com 8 mil jovens de 15 a 24 anos, das oito maiores regiões metropolitanas do país, entre 2004 e 2005, revelou que a maior parte deles tem como principal preocupação a falta de segurança e o desemprego, seguidas da qualidade da educação e a desigualdade social. A participação política é pífia: 75% nunca estiveram em uma associação estudantil, 96% nunca atuaram em Organizações Não-Governamentais e 92% jamais estiveram atrelados a partidos.

O coordenador do Observatório da Juventude da Universidade Federal de Minas Gerais, Juarez Dayrell, diz que o movimento estudantil tem períodos de 'ascensão e latência'. As grandes manifestações surgem de demandas concretas. "Se antes o sentimento do coletivo era mais forte, hoje emerge o individual. Os jovens preferem as lutas em torno das causas imediatas." Entre os 8 mil jovens ouvidos na pesquisa, um grupo significativo gostaria de participar mais de movimentos, mas acaba se afastando pela forma pouco atrativa das entidades. "Tem muita disputa política nas entidades. É uma lógica de atuação que reproduz a lógica da disputa partidária".

Essa disputa tem na Conlute, braço do movimento sindical Conlutas, ligado a partidos radicais de esquerda como PSOL e PSTU, a principal adversária da atual direção da UNE. As duas forças divergem desde a relação com o governo federal até a proposta de reforma universitária. "A UNE é uma entidade com uma história rica, tirou o Collor, mas hoje se tornou um braço do governo, uma filial do MEC nas escolas", critica Thiago Hastenreiter, de 27 anos, cientista social e um dos alunos que acompanhou a criação da Conlute.

Sob o manto das diferenças ideológicas, está a disputa pelo comando dos estudantes. O PSTU tenta juntar forças com o grupo descontente do PSOL, dentro da UNE, para formar uma espécie de "UNE vermelha". "Queremos resgatar o papel questionador do movimento estudantil, com uma entidade não atrelada ao governo. Vamos atrair os que estão à margem", diz Gabriel Casoni, estudante de Ciências Sociais da USP.

A ocupação nas universidades foi uma das formas encontradas pela Conlute para tentar conquistar espaço entre os universitários. A UNE marcou um dia nacional de invasões, mas não obteve resultado expressivo.

Além da disputa entre movimentos estudantis, as manifestações universitárias também mostraram o pouco envolvimento dos alunos nas lutas. Na USP, cerca de 300 dos 81 mil alunos participaram da ocupação. Nas manifestações de rua, o quórum não passou dos 2 mil estudantes.
O descontentamento com a mobilização estudantil tradicional ajuda a explicar a formação de novos movimentos, à margem da UNE e da Conlute. O Movimento Passe Livre é uma das organizações que conquistou dimensão nacional e une jovens de 29 cidades em torno da luta pela tarifa zero nos transportes. O militante Leonel Camasão, do curso de Jornalismo, em Joinville (SC), reclama da organização interna da UNE. "Nas formas convencionais de organização o poder fica muito concentrado. É cruel, vira um grupo coeso demais". A vinculação a partidos políticos é outro ponto que o afastou da entidade nacional. "A UNE tem pretensões eleitorais e não é isso o que queremos. Senão, de dois em dois anos vamos desviar o foco. Temos nossa forma de nos organizar e objetivos bem traçados", diz.

No Passe Livre não há presidente nem diretoria. Não há cargos nem filiados. Como palavras de ordem, destacam a independência e desburocratização no comando. O grupo se organiza por comissões internas e a comunicação entre os militantes também não se descola da modernidade: as discussões e as convocações para as manifestações são feita pela internet. Mas eles não deixam de lado a panfletagem, palestras em escolas e uma reunião mensal, em cada cidade.
O objetivo do movimento, como diz o estudante Leonel, é o subsídio total da tarifa do transporte público pelo Estado e a municipalização ou estadualização das empresas de ônibus. "Seria uma espécie de 'SUS' dos transportes", explica Leonel. As reivindicações são mais próximas do dia-a-dia. "É lindo fazer uma manifestação contra a invasão do Iraque, mas isso não está ao nosso alcance. Queremos a mudança do sistema, para tirar os carros da rua e permitir acesso ao transporte para todos."

Seus militantes rejeitam a pecha de pragmáticos. "Não significa que nossa geração seja despolitizada", explica Marcelo Pomar, de 25 anos, do movimento de Santa Catarina, "mas é menos utópica e procura outra forma de representatividade". A intenção do Passe Livre não é de enfrentamento com a UNE, e sim, ficar à margem e abrir outras portas para a participação aos jovens que não quiserem seguir no movimento estudantil tradicional. "A UNE é muito engessada e não permite discussões profundas. Não é nem má fé deles, mas em uma estrutura muito grande fica difícil garantir democracia. A entidade tornou-se uma estrutura mais preocupada com a manutenção do poder do que com a necessidade concreta das reivindicações", aponta Pomar.

Como não há filiação ao movimento, os integrantes não sabem dizer ao certo quantas pessoas estão mobilizadas no país. Mas sabem que é uma bandeira defendida nacionalmente e que revoltas populares contra o aumento da tarifa nos transportes, em Salvador e em Florianópolis, deram-lhe visibilidade nacional.

Dois anos antes de a organização ganhar corpo, em 2005, durante o Fórum Social Mundial, cerca de 20 mil pessoas foram às ruas de Salvador, para tentar barrar o aumento da passagem do ônibus. Houve forte repressão policial e o movimento, composto maciçamente por estudantes, ficou conhecido como "Revolta do Buzu" (em referência a uma gíria de 'ônibus'). Dois anos depois, em 2005, os estudantes reagiram a novo reajuste tarifário. "O desgaste ficou patente naquela época, porque os representantes da UBES e da UNE chamavam de "baderneiros" os que reivindicavam o passe livre", conta "Manolo", de 28 anos, um dos organizadores. Na mesma época, Santa Catarina enfrentou dois reajustes tarifários, e a população foi às ruas, no que ficou conhecido como "Revolta da Catraca". "Os movimentos trouxeram à cena política uma geração inteira de jovens que não confiava nos instrumentos tradicionais de fazer política: partidos, estado, sindicatos, entidades representativas", diz Manolo.

Os integrantes ressalvam que a organização é mais do que um movimento estudantil: muitos dos que ajudaram a compor a organização já não estão mais nas universidades nem nas escolas. Além disso, eles pretendem ganhar força junto à população. A estudante de economia Simara Pereira, da UFSC, defende que o Movimento Passe Livre "criou-se a partir da articulação estudantil, mas tem hoje como bandeira a defesa de interesses da população".

Gustavo Petta reconhece a legitimidade do movimento e sua importância para a pluralidade da representação estudantil, mas contesta sua recusa em participar da luta interna na UNE. " É um equívoco porque isso enfraquece a unidade do movimento estudantil", diz.

Filiado ao PCdoB, Petta deverá fazer seu sucessor, a estudante de Jornalismo, a gaúcha Lúcia Stumpf, diretora de Relações Internacionais da entidade, mantendo assim um domínio de seu partido sobre a entidade que já dura 15 anos. Na pauta da chapa situcionista está a aposta em outros canais de aproximação com o jovem que não mais se deixa atrair pelo discurso inflamado de outros tempos. "Criamos os Centros Universitários de Cultura e Arte, passamos a participar das reuniões anuais da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e estamos discutindo a participação nos jogos universitários", diz Lúcia Stumpf.

Aos 25 anos, a estudante de Jornalismo e Ciências Sociais faz parte da União da Juventude Socialista, entidade criada em 1984 e cujo primeiro coordenador-geral foi o deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP). A UJS tem forte ligação com o PCdoB. O atual ministro dos Esportes, Orlando Silva, por exemplo, dirigiu-a de 1998 a 2001, depois de passar dois anos à frente da UNE.

Os críticos da UJS afirmam que muitos estudantes são colocados dentro das faculdades com o apoio do partido para fazer política estudantil, conquistar os centros acadêmicos, conseguir eleger a maior parte dos 3 mil delegados que votam no Congresso da UNE e, assim, manter a base de sustentação de uma legenda sem grande representatividade legislativa. Na Câmara hoje a bancada do PCdoB é de 13 deputados, seis dos quais militaram no movimento estudantil. Lúcia Stumpf rechaça as críticas de infiltração. "É o contrário. Pelo fato de a UJS militar em favor dos estudantes é que ela é organizada no movimento estudantil. São os estudantes que a procuram", diz.

Resultado

UNE: 70%UJS (PcdoB),PT (Mudança, Movimento de Ação e Identidade Socilista, Democracia Socialista e Movimento PT), PMDB e PDT
Frente de Oposição de Esquerda: 10%PSOL, PCB e o PCR.
Chapa X:PSDB, Democratas e PPS
Chapa Y:Parte do PSB e PT [Articulação de Esquerda e Articulação Unidade na Luta (Campo Majoritário)].

sexta-feira, julho 06, 2007

Nova lei de estágios aguarda aprovação do Senado

Mais um grande avanço está prestes a ser realizado pelo Programa de Desenvolvimento da Educação.A lei de estágios atualmente em vigor, de 30 anos atrás,foi aprovada pela câmara dos deputados.Só falta agora a aprovação no Senado Federal.

Com a nova lei,os estagiários passarão a ter direito a férias remuneradas de 30 dias por ano ,quando estagiarem por mais de um ano na mesma empresa;os estágios terão de vir acompanhados de relatório semestral de atividades;e a carga máxima permitida será de 6 horas diárias.

Uma novidade importante é que,em períodos de provas,os estudantes terão direito a diminuirem sua carga de trabalho pela metade.Os estagiários de nível médio não poderão exceder 20 % do quadro total da empresa.